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Associada Cláudia Villax lança livro «A Vida Virgem Extra»

Porque o azeite é a melhor superfood do mundo!E vai descobrir o porquê neste livro, que começa no solo e no olival, acabando na mesa com receitas simples e saborosas.

Herdade dos Outeiros Altos recebe Rolha de Ouro 2017

No passado dia 15 de Setembro a Weinloge, uma associação de consumidores de vinho alemã, entregou o prémio da Rolha de Ouro 2017 ao associado da Agrobio "Herdade dos Outeiros Altos". É a primeira vez que este prémio é atribuído em Portugal.


Captura Ilegal de Aves

Não sabemos se é desconhecimento da lei por alguns ou um aproveitamento das falhas dela por outros. A realidade é que a captura ilegal de aves em Portugal é um tema actual, com difícil resolução à vista e algo que preocupa bastante algumas ONGAS nacionais, uma vez que o fenómeno ganhou maior visibilidade nestes últimos anos de crise económica. Apesar de estar longe da situação, de dimensões desproporcionadas, como de Malta, Chipre ou Egipto, este problema também atinge Portugal, sobretudo em algumas regiões específicas. As principais situações detectadas são a venda de aves em sites de venda online e a venda dos chamados “passarinhos fritos” ou “voadores” em tascas ou restaurantes.  

 

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Na Internet encontram-se novos anúncios todos os dias, vendendo aves de todas a espécies, desde torcicolos, pica-paus, borrelhos, zarros, corujas, etc. Mas as vendas mais comuns são mesmo as de aves canoras como pintassilgos, dom-fafes, verdilhões, chapins, piscos-de-peito-ruivo, etc.. A legalidade destes anúncios é, no mínimo, duvidosa. Quer isto dizer que estes anúncios não são necessariamente ilegais, pois os vendedores podem estar autorizados pelo ICNF. Idealmente as empresas de venda online deviam exigir o número de registo do criador, colaborando assim com as autoridades...

 

A SPEA tem feito várias queixas ao SEPNA e ao ICNF acerca dos anúncios online, as quais até à data têm sido infrutíferas, pois a acção das autoridades está limitada, na maior parte das vezes, aos casos de flagrante delito (de detenção de aves capturadas ilegalmente). É de realçar que, por cada pássaro anunciado na Internet e capturado na natureza, vários outros terão morrido, por não resistirem às redes e armadilhas, ao transporte ou ao cativeiro.

 

As aves abatidas para fins gastronómicos, algo associado ao nosso passado e cultura são outro dos problemas. Estes petiscos, tal como a venda de pássaros, não são necessariamente ilegais. Se forem tordos caçados ou passarinhos congelados (importados da China), os restaurantes não estão a incorrer numa ilegalidade. Mais uma vez terá que haver uma investigação para averiguar a legalidade desta venda e os números oficiais para este tipo de delito, não exprimem a realidade observada por muitos.

 

Capturar as aves da natureza tem impactos bastante negativos na biodiversidade causando desequilíbrios. Retirar da natureza espécies como picanços, corujas e outros, considerados controladores de pragas naturais, pode levar a desequilíbrios na biodiversidade. Eles comem insectos e roedores, que ao não terem um predador natural irão proliferar e danificar plantações agrícolas e ser um incómodo para o ser humano.

 

A SPEA propôs-se combater este fenómeno, que se tem tornado cada vez mais visível e está a ganhar importância em Portugal. Daí a campanha de divulgação ao público, com a parceria das outras ONGA, como a LPN, a Aldeia e a Quercus. É essencial a educação das pessoas, pois muita gente nem sabe que a venda ou detenção em cativeiro de aves selvagens sem certificado é ilegal. Apelamos à participação de todos para exigirem sempre o certificado de origem do animal que compram, bem como para denunciarem qualquer armadilhagem de aves que observem. A bem da nossa fauna e do nosso campo.

 

 

Saiba mais em www.spea.pt

Se detectar alguma situação irregular contacte por favor o SEPNA: Linha SOS Ambiente e Território:808 200 520 e sepna@gnr.pt

 

 

                                                                                                                        
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